Prefeitura estuda limpeza das águas, tomadas por manchas e mau c
O futuro da Lagoa da Pampulha está nas mãos de uma das principais vitrines do governo federal, a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A revitalização do cartão-postal de Belo Horizonte, transformado em verdadeiro depósito de esgoto devido à quantidade de efluentes despejada no espelho d’água diariamente, depende de R$ 102 milhões, que ainda não há previsão de ser liberados. Segundo o gestor de Grandes Empreendimentos da Copasa, Valter Vilela Cunha, o projeto para solucionar o problema deve ser entregue nos próximos dias ao Ministério das Cidades.
Conforme o Estado de Minas mostrou ontem, depois de quase 80 dias de seca, um mau cheiro e uma mancha verde-musgo tomaram conta da Lagoa da Pampulha. A prefeitura estuda qual método usará para tentar limpar o canal até a Copa’2014. Mas, para garantir o sucesso do projeto, a Copasa deve ampliar o tratamento de esgoto da Bacia da Pampulha, que hoje é de 78%. A proposta, batizada de Meta 2014, que será levada a Brasília, quer alcançar 100%. Serão construídos na bacia 20,6 mil metros de interceptores, 46 mil metros de rede coletora e recuperados 13 mil metros de fundo de córregos.
“Entre maio e julho deste ano, fizemos um levantamento, com as prefeituras de BH e Contagem, para saber o que falta na rede de esgoto da Bacia da Pampulha. Já levamos um pré-projeto para o Ministério das Cidades, que o pôs entre as prioridades. Até 30 de setembro, esperamos a assinatura de um contrato do PAC 2 para liberação da verba”, diz Cunha. A ideia é que as obras, que levarão os efluentes à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Onça, sejam iniciadas no ano que vem e concluídas até julho de 2013. A companhia estatal ainda não tem plano alternativo, caso os recursos não sejam garantidos pelo PAC 2.
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Disponível em <https://v0.sindifes.org.br/sindifes-mg-e-comando-geral-de-greve-convocam-os-tae-para-debate-sobre-paridade-na-ufmg/> Acesso: 06/06/2026 às 07:43





